Sabe aquela sensação de que tudo está dando errado, e de que a sua vida está uma bosta e ninguém liga para a sua existência?
Bem, realmente, a maior parte da população não liga para sua existência, aliás porque não se sabe dela, você é só mais um ser humano dentre os 7 bilhões que existem. Bem, até a Terra é insignificante, em seus míseros 12.742km de diâmetro, em comparação com uma pequena estrela que é o sol que tem 1.391.400km. Bem, mas é claro que toda é matéria é insignificante em relação a ausência de matéria, que é o vazio, que tem entre os planetas, as estrelas...
E o que é um átomo em relação a isso tudo? Imagine, algo menor do que nós, insignificantes montes de matéria que vivem sob uma força gravitacional de uma esfera.
Enfim, é muito fácil ficar perdido nisso tudo e questionar sua existência, e a partir daí vai a sua crença ou falta dela em relação a isso. Mas dá um vazio, não dá? Talvez... uma sensação ruim, de que sua vida não tem importância.
Então as coisas dão errado, pessoas não cumprem com a palavra que fizeram à você, não tem nenhum melhor amigo, alguém com quem você compartilha seu dia a dia, sua escola não dá certo, seu trabalho é uma bosta. O mundo é uma bosta, afinal: pessoas maltratam animais pois pensam que a existência deles é para seu próprio lazer e renda, pessoas são cruéis com as outras; há restos e restos de comida sendo jogada no lixo todo dia enquanto naquele mesmo segundo outras pessoas passam fome e sede; bebês são jogados na lixeira, por seus pais que não os querem; os próprios seres humanos agridem, desmatam, usurpam da essência da Terra para seus interesses e conforto, como se aquela fosse uma fonte inesgotável de recursos. Os próprios seres humanos assediam, discutem e até matam outros seres humanos por terem uma ideologia diferente da sua.
Você se sente feio, um não merecedor de viver nesse mundo, cheio de pessoas mais importantes e relevantes que você. Nunca vai ser um médico, um engenheiro, ou um cientista descobridor de algo revolucionário que mudará o curso da humanidade. Se sente sozinho em sua cama, assistindo Netflix, comendo aquele chocolate e furando sua dieta, que você sabe que tem que fazer porque está gordo ou com problemas de saúde (ou futuros).
As pessoas não ligam para você, por que afinal, quem iria querer ficar perto de alguém assim, que nem você?
Mas aqui vai o seguinte: já parou para pensar se outra pessoa já não se sentiu deste mesmo jeito? Outra pessoa com certeza já se sentiu sozinha, e não importante. Já deve ter sentido tudo isso que foi descrito, e com certeza muito mais.
Se for assim, porque essas pessoas sozinhas não ficam amigas umas das outras? Essa é uma bela fantasia mas que faz muito sentido, afinal, como há tanta gente e ao mesmo tempo tanta solidão nesse mundo?
Todas as pessoas têm problemas, porque não nos importamos? Estamos felizes com nossas vidas naquele momento, mas não podemos necessitar de alguma ajuda caso estes problemas aconteçam com a gente?
Nós também tratamos as pessoas como se fossem uma dentre esses 7 bilhões. Estamos tão preocupados em nos tornamos importantes, que fazemos isso. Temos apenas a alternativa de seguirmos com nossas vidas e lidar com nossos próprios problemas.
Você é o responsável pela sua felicidade. Aliás, você é o responsável por quase tudo na sua vida. Vive num sistema com regras e comportamentos, para poder se misturar, mas sua própria vida, neste exato minuto, é você que escolhe ler este texto. Sabe que o futuro então é a consequência do que está fazendo agora.
Se você vive o agora, e quer viver melhores agoras, então faça o agora de agora valer à pena.
Liber et Kosmos
sexta-feira, 2 de junho de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
Haja tempo, haja certeza
Bem, sempre dizem que é bom começar um blog. Mas o que exatamente escrever neste blog, isto eles não dizem. Mas bem, é só escrever.
Qual vai ser o conteúdo? Bem eu também não sei exatamente, e se for assim vai ser um perfeito reflexo do meu eu: com incerteza e indecisão.
Não ligue para os parágrafos curtos, eu na realidade tinha muitas ideias do que escrever até, bem... eu começar a escrever. Esse espaço em branco é tão infinito de possibilidades que a indecisão se torna uma coisa certa, mas a questão é que a concepção da mesma é decidida, ao contrário do seu significado.
Não sei se sou uma boa escritora, uma boa amiga, uma boa ouvinte ou carismática. Se tenho um bom futuro, se sou bonita, se tenho uma boa saúde, pra onde eu vou quando morrer... É, não sei de nenhuma dessas coisas. Mas sei de uma: estou aqui escrevendo besteiras que talvez o faça ver que há alguém mais confuso e incerto nesse mundo do que você.
Há algo intrínseco às coisas que me fazem pensar o tempo inteiro o quanto eu não sei delas. Mas ao mesmo tempo há uma beleza quando o que eu estou sentindo se encontra com a realidade. Uma hora estou bem, noutra estou inspirada, e em outra estou na maior preguiça do mundo e assim fico triste que não estou fazendo as coisas que me ajudarão a evoluir. A realidade se torna diferente, a cada emoção. Ora, é difícil explicar a realidade, quando a mesma muda tanto.
A realidade muda, porém, no momento em que ela é vivida, parece que é eterna. Algum filósofo dizia isso... Por isso que muitas vezes não podemos nos controlar, porque nosso corpo quer encontrar o modo mais confortável e que gaste menos energia para viver aquele momento. Nossa racionalidade nos deu a capacidade de saber o que muito provavelmente ocorrerá no futuro como consequência de tal ação, porém ainda resta muito daquele instinto de sobrevivência, que faz-nos achar qual a melhor maneira de sobreviver no dado momento, o que geralmente é o modo mais confortável,
Talvez não tenha sido muito conclusivo, não tenha ajudado você a encontrar a resposta pra algo, mas sim tenha deixado você com mais dúvidas do que quando chegou. Peço perdão se esse tenha sido o caso, mas espero que tenha lhe ajudado a refletir um pouco e sair dessa comodidade que é ter a certeza de tudo...
Qual vai ser o conteúdo? Bem eu também não sei exatamente, e se for assim vai ser um perfeito reflexo do meu eu: com incerteza e indecisão.
Não ligue para os parágrafos curtos, eu na realidade tinha muitas ideias do que escrever até, bem... eu começar a escrever. Esse espaço em branco é tão infinito de possibilidades que a indecisão se torna uma coisa certa, mas a questão é que a concepção da mesma é decidida, ao contrário do seu significado.
Não sei se sou uma boa escritora, uma boa amiga, uma boa ouvinte ou carismática. Se tenho um bom futuro, se sou bonita, se tenho uma boa saúde, pra onde eu vou quando morrer... É, não sei de nenhuma dessas coisas. Mas sei de uma: estou aqui escrevendo besteiras que talvez o faça ver que há alguém mais confuso e incerto nesse mundo do que você.
Há algo intrínseco às coisas que me fazem pensar o tempo inteiro o quanto eu não sei delas. Mas ao mesmo tempo há uma beleza quando o que eu estou sentindo se encontra com a realidade. Uma hora estou bem, noutra estou inspirada, e em outra estou na maior preguiça do mundo e assim fico triste que não estou fazendo as coisas que me ajudarão a evoluir. A realidade se torna diferente, a cada emoção. Ora, é difícil explicar a realidade, quando a mesma muda tanto.
A realidade muda, porém, no momento em que ela é vivida, parece que é eterna. Algum filósofo dizia isso... Por isso que muitas vezes não podemos nos controlar, porque nosso corpo quer encontrar o modo mais confortável e que gaste menos energia para viver aquele momento. Nossa racionalidade nos deu a capacidade de saber o que muito provavelmente ocorrerá no futuro como consequência de tal ação, porém ainda resta muito daquele instinto de sobrevivência, que faz-nos achar qual a melhor maneira de sobreviver no dado momento, o que geralmente é o modo mais confortável,
Talvez não tenha sido muito conclusivo, não tenha ajudado você a encontrar a resposta pra algo, mas sim tenha deixado você com mais dúvidas do que quando chegou. Peço perdão se esse tenha sido o caso, mas espero que tenha lhe ajudado a refletir um pouco e sair dessa comodidade que é ter a certeza de tudo...
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